quarta-feira, 28 de dezembro de 2011

Coca-Cola criou o Papai Noel

Ao conhecer a história da Coca-Cola Company, podemos analisar sob a ótica dos 4p's de marketing, que o invento de John Pemberton, farmacêutico da cidade de Atlanta (E.U.A.), seria o responsável por imensas mudanças na sociedade pós 1886. Seu produto inicialmente comercializado em uma farmácia, a Jaco's Pharmacy, que colocou um copo do produto a venda pela quantia de US$ 0,05, preço esse que serviria como instrumento e estratégia de marketing anos depois.
Candler, adquiriu os direitos do invento por uma quantia ínfima, e a tornou um império. Descobriu formas criativas e brilhantes de apresentar a nova bebida, fazendo assim sua promoção: distribuiu cupons para incentivar as pessoas a experimentarem o produto e abasteceu os farmacêuticos com relógios, balanças e calendários com a marca Coca-Cola. A promoção agressiva funcionou: a marca estava em todos os lugares e as pessoas buscavam cada vez mais o produto.
Para que sua distribuição fosse realmente eficaz e pudesse assim alcançar novas praças, construiu fábricas nas cidades de Chicago, Dallas e Los Angeles, e percebeu, com a ajuda de um comerciante, que o segredo do sucesso estaria na distribuição do produto em embalagens portáteis que os consumidores pudessem levar a qualquer lugar e contratou carroceiros para fazer a distribuição. Seguido a isso, colocou machines em comércios para a venda exclusiva da Coca-Cola.
Seu sucesso foi enorme, porém logo começaram a surgir suas principais concorrentes (Pepsi e outras que originaram a famosa guerra das colas) e para combater tal evento, foram elaboradas propagandas dando ênfase à autenticidade da Coca-Cola, sugerindo aos consumidores que exigissem o legítimo e não aceitassem nenhum substituto.
Assim surge a garrafa "Contour". A embalagem foi escolhida por conta de sua aparência atrativa, design original e pelo fato de, mesmo no escuro ou de olhos vendados, o consumidor poder identificar o produto. Fato esse que rendeu a Coca-Cola Company mais um entre tantos prêmios. A garrafa Contour foi premiada por ser uma marca em si mesma, mesmo sem rótulos, seu formato sugere um produto da indústria que a criou.
Faz-se importante salientar que os slogans da Coca-Cola Co. sempre fizeram parte do cotidiano dos seus consumidores, criando estratégias de aproximação do produto ao lar do cliente (como tomar uma Coca-Cola no almoço da família aos domingos), mas sua propaganda mais importante, talvez seja o Papai Noel. Até 1930, representava-se o Papai Noel de diversas formas: como um duende de barba branca, um elfo ou um gnomo que se vestia ora de azul, ora de amarelo. Não havia qualquer semelhança com o Noel atual. Também não havia renas, trenó e ele sequer conhecia o Pólo Norte.
Em 1931, porém, numa grande jogada de marketing, na tentativa de conquistar um público mais jovem, a Coca-Cola contrata Haddon Sundblon para recriar o Papai Noel, dando-lhe uma feição mais humana. Inspirado em seu amigo Lou Prentice, Sundblon cria, então, o Papai Noel que serviria para ilustrar o natal até hoje: o Papai Noel da Coca-Cola. Agora, temos um velhinho gorducho, nórdico, com um sorriso amigável, e o mais importante: vestido com as cores da Coca. Percebendo a história de sucesso desta companhia que hoje é reconhecida mundialmente, cuja marca é de valor inestimável, percebemos claramente em seus objetivos macros (Refrescar o mundo – em corpo, mente e espírito. Inspirar momentos de otimismo – através de suas marcas e ações. Criar valor e fazer a diferença – onde estiverem e em tudo o que fazem.) que sua estrutura sólida, seus colaboradores e suas estratégias inovadoras a colocam em uma posição privilegiada.

Fonte: Curso de Pós Graduação em Marketing e Publicidade.
Dados: Coca-Cola Co.

Evolução da garrafa Coca-Cola


Estratégias de Vendas no Varejo

1. AROMAS - Estimulam associações positivas de bem-estar. Já existem empresas que vendem às lojas fragâncias artificiais, como a do cheiro do carro novo. Assar o pão in loco nas padarias tem um propósito: o cheiro desperta a fome e as pessoas compram mais comida.
2. MÚSICA - Altera a percepção das pessoas sobre a passagem do tempo: elas ficam na loja sem se dar conta.
3. OXIGENAÇÃO - Provoca bem-estar e leve euforia, duas sensações associadas à compra por impulso. Alguns shoppings já usam o sisitema de ventilação para aumentar a concentração de oxigênio no ambiente.
4. DISPOSIÇÃO - Os prudutos mais caros ficam sempre à direita de quem entra na loja. É por lá que as pessoas começão a visita.
5. EXPERIMENTAÇÃO - Deixar o cliente testar os produtos aumenta em 30% a chance de compra.
6. PREÇO - É melhor anunciar 1,99 do que 2,00 reais.Como o cérebro identifica os símbolos da esquerda para direita, é justamente o primeiro número que mais se fixa à mente.
7. VISÃO - Os artigos mais procurados ficam posicionados na altura dos olhos. É para lá que as pessoas olham primeiro.
8. GANCHO - Os produtos são organizados por temas. O cliente típico procura um macarrão e acaba levando também o molho de tomate e o queijo ralado.
9. BELEZA - Expor os produtos mais bonitos na entrada da loja atrai as pessoas. Os menos vistosos ficam em segundo plano visual.
10. OFERTAS - As ofertas do tipo "compre um e leve dois" vendem até 70% mais. Elas parecem vantajosas , mas nem sempre são.
11. LOCALIZAÇÃO - As seções mais populares ficam longe umas das outras. É para estimular a circulação.

Fases do Fechamento de Vendas

PASSADO - PRESENTE
Relacionamento 10% 40% Formar Confiança
Qualificação 20% 30% Necessidades
Solução 30% 20% Solução
Fechamento 40% 10% Fechamento

Manter o Cliente

Os programas de fidelização continuam a ser uma das mais firmes apostas de Marketing por parte das empresas norte-americanas. No ano passado, as empresas da EEUU invistiram cerca de 1.200 milhões de dólares em " Loyalty Programs"(Programas de Fidelidade), segundo analistas do Gartner Group. Dados da consultora Jupiter Research valorizam os custos de um cliente perdido.
Consumo médio de um cliente em supermercado no Brasil: Abras
R$ 95,83/semana
R$ 4.983,16/ano
R$ 49.831,60/10 anos

Este cliente conta em média para 11 pessoas de sua desistência de compra no estabelecimento.
Destas 11 pessoas cada uma contam em média para mais 5 pessoas.
Cliente descontente - 1
Conta para 11 pessoas - 11
Que contam p/5 pessoas - 55
Total de pessoas que sabem - 67

Destas 67 pessoa 25% desistem de comprar no estabelecimento: 17 pessoas

Consumo médio de 17 pessoas no supermercado:
R$ 1629,11/semana
R$ 84.713,72/ano
R$ 847.137,20/10 anos

Pesquisas comprovam que o custo para atrair um novo cliente é 5 vezes maior que manter um cliente. PUBLICIDADE - PROMOÇÃO - PREÇO - PRAÇA (4P's)

Custo médio para manter um cliente: R$ 9,44 (pesquisa). U$ 4,00
Custo médio para atrair um cliente: R$ 46,00 (5 X mais do que manter). U$20,0

Custo para manter um cliente: R$ 9,44
Custo para atrair 17 novos clientes: R$ 782,00


VENDAS X CRISE

Em tempos de crise uma atitude otimista pode fazer uma diferença brutal no futuro da empresa. Esqueça qualquer teoria e afaste-se dos pessimistas. No entanto, aposte na sensibilidade de gestores empreendedores que quando apoiados num planejamento estratégico e de marketing compreensível podem mudar o destino da empresa, que passa a ter grandes chances de atropelar seus concorrentes num vôo sem escalas para a liderança do mercado que atuam.
Isso não significa que a empresa deva ser negligente. Uma estratégia agressiva tem como base a força da empresa que está diretamente relacionada a uma oportunidade clara de mercado.
Para os que buscam oportunidades únicas, esta pode ser a oportunidade de um século.
Para os pessimistas vale lembrar:
O mundo tem excepcionais cérebros - esses mesmos que geraram a crise, ficaram bilionários e ganharão muito mais dinheiro com ela.
O mundo tem muita grana; O mundo tem cacoete de crescer.
A crise é nos EUA que talvez seja o único país do mundo com disciplina e austeridade para se reinventar e sair dela ainda mais forte. Ou você acha que eles vão perder a hegemonia conquistada nas últimas décadas - Eu não contaria com essa possibilidade!
Assim como a sua empresa, milhões de outras, no mundo inteiro, estão tentando usar a criatividade para vender, crescer e sobreviver à crise. Certamente, vão fazer a engrenagem voltar a girar e esta crise vai virar história enquanto outras crises, de outras naturezas, vão se construindo.
Não jogue suas fichas numa situação de muita crise por muito tempo, ou seja, mexa-se! A vida é dura pra quem é mole!
Faça seus vendedores lutarem por cada cliente como se estivessem lutando por seus empregos.
Essa é a hora de fazer uma reflexão consciente sobre o tema CRESCER, mirar na melhor oportunidade e mover toda energia da empresa de forma organizada e obcecada.
UM SALTO EM VENDAS NA CRISE:
Crescer - Conquistando novos clientes;
Crescer - Ganhando penetração de mercado;
Crescer - Conquistando novos mercados;
Crescer - Construindo uma marca forte;
Crescer - Mantendo a satisfação do cliente;
Crescer - Inovando portfólio de produtos e serviços;
Crescer - Capacitando e gerenciando canais de vendas.

Perfil do Gerente de Vendas

A equipe de vendas é a grande responsável pela realização de qualquer estratégia de marketing. Por isso ela deve ser profissional, treinada, motivada e eficiente.
O gerente é o espelho de qualquer equipe. Ele exerce várias funções ao mesmo tempo e tem como seu maior objetivo incrementar vendas, através do seu trabalho e do trabalho de todos. É preciso que ele tenha a visão ampla e capacidade de transformar sua parcela de contribuição numa parte fundamental dos resultados. Ele não tem usa equipe, ele faz com que a equipe o tenha. Ele precisa atuar como um facilitador, uma pessoa pronta a retirar as barreiras que prejudicam os resultados do grupo, de forma que todos vejam nele uma pessoa que os ajuda a atingir os seus objetivos.
Os gerentes de vendas exercem quatro papeis fundamentais: o de vendedor, o de treinador, o de gerente de operações e o de gerente de vendas propriamente dito. Em primeiro lugar ele deve funcionar como um vendedor, ajudando a sua equipe a produzir resultados através do exemplo, responsabilizando-se em alguns casos por fazer vendas, de forma a demonstrar à sua equipe a melhor maneira de atuar.
Ele precisa funcionar também como um treinador, ensinando o máximo possível e delegando à sua equipe o maior número de atividades, de forma a fazê-la funcionar sem a necessidade de sua ajuda. Vendedores com autonomia passam maior segurança para os seus clientes fazem-no perder menos tempo à espera de alguma decisão e, além disso, se tornam mais produtivos e eficientes.
Sendo a atividade de vendas de cunho operacional, torna-se preponderante que o gerente mereça também o papel de coordenador das operações. Ele precisa criar um ambiente adequado, facilitando o processo de envolvimento dos clientes, tornando o local agradável, envolvente, criando um cenário que facilite o processo de comercialização.
Por último, o gerente precisa exercer efetivamente o papel de "Gerente de vendas", procurando desenvolver em cada uma da sua equipe o melhor de seu potencial .
Este profissional precisa ter uma estratégia bem definida, com ações pré-determinadas capazes de aperfeiçoar o relacionamento com os seus clientes. Para tanto, o conhecimento das técnicas de vendas, seus principais passos e as táticas a serem aplicadas a cada perfil de clientes precisam ser conhecidas por todos.
Estar próximo do corpo de vendas não é somente uma questão de estar fisicamente. Ele precisa conhecer cada componente de seu grupo, suas limitações, potencialidades e acompanhá-lo de perto, sempre na hora da verdade. Os profissionais precisam sentir sua presença, principalmente através da competência, criatividade e clara noção da necessidade de satisfazer aos seus clientes.
Um gerente pró-ativo e não reativo, que passe vibração, que desenvolva a técnica de motivação do grupo e que passe ônus vital, é o melhor caminho para se atingir os resultados de marketing das empresas.

A Importância do Treinamento em Vendas

No mercado de hoje em dia, é certo que todos querem melhorar o atendimento, aumentar vendas e conquistar uma maior fatia do mercado, mesmo que achem tudo isso muito difícil de atingir. Há muitas razões para isto. Pode ser que o número absoluto de seus concorrentes cresceu. Talvez as decisões de compras de seus clientes estejam sendo influenciadas pela pressão dos preços subindo ou pela falta de dinheiro no mercado. Possivelmente, seu mercado está se tornando mais maduro ou sua tecnologia está "envelhecendo". Então, a menos que seu produto ou serviço seja único no mercado você precisa procurar por uma vantagem ou diferencial, alguma coisa que faça com que você se mantenha a frente de seus concorrentes.
O ato de atender ou vender pode ser definido como um convite para influenciar outras pessoas a agirem de acordo com a sua vontade; embora você não tenha a capacidade ou autoridade para realmente forçá-las a fazer isso. Este fato foi verdade quando o primeiro vendedor do mundo persuadiu sua provável consumidora sobre os benefícios de fazer uma compra, e isto continuou a ser válido através da história. Hoje não é mais! Treinamento em Vendas pode ser definido como aquelas coisas que são feitas para ajudar os vendedores a conquistar o poder nas habilidades, conceitos, comportamentos e atitudes que irão aumentar sua qualificação em influenciar possíveis clientes para tomar decisões positivas de compras. O Treinamento em Vendas se concentra em como potenciais vendedores e compradores interagem. Ele fornece ferramentas e técnicas que ajudam os vendedores a aprender o que devem saber para apresentar seus produtos ou serviços de forma persuasiva aos clientes e em termos que os clientes entendam e respondam positivamente, comprando. Se o Treinamento em Vendas se concentra em como potenciais vendedores e compradores interagem, treinamento de produto se concentra na disseminação da informação e ferramentas que dão suporte às vendas de um produto ou serviço em particular. Nem sempre conhecer produtos em profundidade é sinônimo de boas vendas. O que acontece quando o Treinamento em Vendas é inadequado? Quando o Treinamento de Vendas é deficiente, várias conseqüências negativas se refletem nos resultados:
• Primeiro, as expectativas da Gerência em relação à venda dos produtos ou serviços da empresa não são comunicadas aos outros níveis de funcionários. Esta falta de comunicação freqüentemente resulta em Gerência e Vendedores trabalhando em direção a diferentes objetivos.
• Os Vendedores podem sentir falta de confiança em suas habilidades de comercializar os serviços ou produtos. Eles podem também ficar tentado a voltar ao método da tentativa e erro. Se estes métodos não funcionaram nos velhos tempos e não obtiveram nenhuma eficiência, como funcionariam agora. Quando isso acontece, há muita chance de não se alcançar às metas de vendas nem o rendimento esperado.
• Finalmente, o pessoal pode estar mal preparado para executar seu trabalho. Por exemplo, discutir sobre o produto, responder às chamadas dos clientes, etc. Quando isto ocorre, a satisfação do cliente cai abaixo de níveis aceitáveis e uma perda do lucro é o resultado mais provável. Quando o Treinamento em Vendas é adequado ele geralmente está amparado pela área de marketing; o foco da empresa é vender lucrativamente. Quando o marketing ocupa uma posição distinta na hierarquia de valores da empresa, o treinamento em vendas normalmente mantém uma posição proporcional e a equipe é valorizada e motivada. Quer então mais alguns motivos para treinar sua equipe em atendimento e vendas? As principais respostas estão listadas abaixo:
• Prepara os vendedores a maximizar a eficiência de cada encontro com o cliente,
• Ensinar aos vendedores um processo sistemático de vendas que facilita a aplicação de técnicas específicas de vendas baseadas em sinais de compras dos clientes,
• Melhora a habilidade dos vendedores em cumprir as estratégias de vendas das empresas,
• Melhora as relações com o cliente,
• Ajuda os vendedores a entenderem as motivações secretas de compra de seus clientes,
• Permite que os vendedores manuseiem mais eficazmente as objeções do cliente,
• Melhora a efetividade das atividades de venda,
• Qualifica e prioriza as oportunidades genuínas de venda mais rapidamente,
• Reduz a rotatividade (turnover) do pessoal de vendas,
• Ajudam vendedores experientes a alcançarem mais sucesso com as oportunidades existentes,
• Melhoram a auto-estima dos Vendedores e da equipe,
• Aumentam a motivação individual e grupal,
• Estimulam os funcionários a fazerem um uso mais efetivo dos recursos de treinamento.
Quer mais algum motivo para treinar sua força de vendas?

Montar Equipe de Vendas

Esta é uma tarefa árdua e constante.
Montar uma equipe de vendas é como contratar jogadores e formar um time para "vencer".
Você é o técnico, líder, formador, apoiador, treinador e cobrador de resultados.
Ir atrás de vendedores é uma tarefa constante de procurar talentos.
Se você tem um time inicial de 10 vendedores, 20% terão sucesso, ou seja, apenas 2. Os outros terão que serem treinados...treinados...treinados ou trocados, esta é a " tarefa constante".
Existem vários meios de selecionar: Anúncio em jornal (alto custo), currículos disponíveis em sites, indicação, órgãos ou sindicatos de vendedores e representantes de sua cidade e etc..
Após a seleção e a equipe formada treine seu pessoal focando sempre os objetivos de sua empresa.
Contrate um consultor experiente em Treinamento de Vendas para desenvolver técnicas de vendas e negociação.
Avalie constantemente cada membro da equipe.
Monte com eles uma estratégia e planejamento de vendas mensais por períodos de 1 ano, focado em resultados e avaliados mensalmente. Este planejamento é por clientes e valores atingidos.
Acompanhe-os junto ao mercado desenvolvendo o chamado "treinamento em campo"
Seja persistente, pois é o seu papel de empreendedor.
Seja criativo, dar o diferencial e sair da "vala-comum".
Seja organizado, para análises de resultado.
Seja líder, para a equipe "vestir a camiseta".
Seja motivador, para alcançar o sucesso!

PREÇO DECIDE A VENDA ?

Por muitas vezes ao acompanhar o retorno dos vendedores, depois de um dia de trabalho, encontrava alguns deles que não haviam obtido sucesso em convencer os seus clientes a comprarem os produtos que tinham a oferecer. É realmente frustrante, para o vendedor, ter que relatar este insucesso. Já foi o tempo que para o vendedor a palavra "não" poderia ser considerada como certa de ocorrer. O vendedor "no passado" trabalhava no sistema de tentativa e erro. De uma forma não preparada ia buscando negócios sem fazer o preparo prévio da visita, sem conhecer profundamente as necessidades de cada cliente. Alguns desses vendedores que voltam no final do dia sem o "pedido" têm alegado que os clientes não compram porque o produto é caro.
Esta palavra caro sempre soa de forma ruim para mim porque para tudo que tem um preço elevado nós, em todas as nossas atividades de compra, alegamos: é caro! Está errado. Estão errados esses vendedores que dizem que o cliente não comprou porque julgou o preço caro. A minha conversa com esses vendedores sempre vai por um caminho muito simples: se o seu cliente achou que o produto está caro é porque você não foi capaz de estabelecer valor em sua oferta. É só esta a razão da não venda. O cliente, na verdade, estava dizendo para o vendedor: eu não vejo nenhum benefício em comprar este produto, ou eu não ganho nada com este produto, ou pelo preço que você me oferece não vejo valor algum. Daí a sua correta expressão: é caro! É caro é a forma de dizer que um produto, pelas condições apresentadas e entendidas pelo comprador, não vale o preço ofertado. Tenho claro que este é um grande problema a ser enfrentado pelos vendedores. Caro, por exemplo, é um automóvel popular a preço de automóvel esportivo de luxo e importado, ou então um whisky produzido no Brasil com preço de whisky produzido na Escócia. A relação entre benefício e preço estaria desequilibrada, por isto é caro! Não tem qualquer relação com qualidade do produto ofertado. Cada produto tem seu preço definido por fatores relativos: custo de um lado e posicionamento de imagem do outro. Se o cliente dissesse que o preço da oferta é muito alto, distante da sua capacidade disponível de recursos para pagar, a conversa seria outra. Seria o momento de buscar uma forma de adaptar a oferta com a condição de recursos disponíveis ou, financiar este preço adequando-o então à capacidade de pagamento deste cliente. A conversa tomaria outro rumo.
Também acho errada a expressão "barato" para tudo que tem preço baixo. Produto de preço "barato" eu desconfio. É muito produto para pouco preço. Dos dois exemplos acima inverta os casos: whisky escocês a preço de brasileiro e uma Ferrari zero quilômetro a preço de um VW Polo! É muito barato, desconfio que terei algum problema ao comprar estes produtos.
A grande dificuldade que estes vendedores têm é estabelecer valor em sua oferta. Valor é uma avaliação subjetiva de uma combinação de benefícios recebidos em troca de custos incorridos para avaliar, obter, utilizar e descartar um produto, considerando o mercado e suas ofertas concorrentes. O problema do vendedor começa pelo fato de valor ser uma avaliação subjetiva. É subjetiva porque cada cliente levará em consideração benefícios específicos e vai relacionar estes benefícios com o custo da oferta. Um valor, portanto, é perceptivo, contextual e multidimensional:
-É perceptivo porque varia conforme a percepção do cliente;
-É contextual porque varia conforme a situação de compra e as alternativas disponíveis;
-É multidimensional por que os clientes avaliam os benefícios em termos econômicos, técnico-funcionais e psicológicos.
Benefício responde a pergunta do cliente: O que eu ganho com isto? E pode ser econômico, funcional e psicológico:
-Valor Econômico é uma relação de qualidade e preço. Se um cliente percebe a qualidade de produtos concorrentes como similar, escolheria a oferta de preço mais baixo, por proporcionar maior economia;
-Valor Funcional são as características tangíveis relativas às características, vantagens (os atributos) sua durabilidade e aplicações;
-Valor Psicológico são as características e vantagens intangíveis, tais como serviços, marca, confiança, reputação, relacionamento, experiência.
É necessário ainda estabelecer o custo para relacionar com o benefício. Custo pode ser monetário e não-monetário:
-Custo Monetário é o preço pago considerando tudo que está embutido objetivamente lá dentro (preço, impostos, despesas de entrega, manutenção, etc.);
-Custos não-monetários tendem à subjetividade e são relativos aos esforços, ao tempo da compra, à distância percorrida, entre outros.
Um dos fatores críticos de sucesso para aqueles vendedores que não conseguem vender, porque o cliente "acha" que o produto é caro, é o treinamento do conceito da venda de valor e sua aplicação efetiva no seu dia-a-dia e para cada cliente.
Venda de valor é a venda feita em partes. Para cada parte da oferta um benefício ao cliente deve ser explorado. As partes de uma oferta estão em torno dos benefícios e valores indicados acima. Uma oferta não é composta apenas do produto físico. Uma marca, um serviço de apoio, um acompanhamento de uso, a solidez da empresa, a atitude do vendedor, o serviço logístico, a pronta resposta aos problemas do cliente, entre outras, fazem parte das "partes" de uma oferta. E, para cada uma destas partes da oferta cabe ao vendedor criar o clima e o argumento adequado para o cliente perceber cada benefício.
A compra do cliente será feita pela somatória dos benefícios: isto é uma venda de valor. Se a partir daí um cliente alega que um produto "é caro" fica fácil ao vendedor perguntar a ele "O que, na minha oferta, não tem valor?".
E para nós, de um modo geral, precisamos parar de usar de forma errada a expressão "é caro" para tudo que tenha valor monetário alto.

A Verdadeira Motivação em Vendas III



Filme: "O Sucesso a Qualquer Preço"
Atores: Alec Baldwin,Jack Lemmon,Ed Harris,Alan Arkin

VISÃO COM AÇÃO

Percepção em Vendas

Para uma carreira consistente, palavra como percepção deverá andar junta como ferramenta de organização (estratégias, planos e metas), pelas possibilidades e evolução da segurança diante da execução de ações e suas traduções em resultados positivos, sentimentos de realização e motivação para continuar.Como exercício de sua percepção teste e analise as imagens:
A mulher não existe
Os Velhinhos ou Cancioneiros O rosto ou tocando sax?
O Índio ou Esquimó
O Velho ou a Moça

AS DEZ COMPETÊNCIAS EM VENDAS

Definição de COMPETÊNCIA:
São habilidades especiais que geram vantagens competitivas;
Algumas são cultivadas, outras são desenvolvidas;
A vantagem competitiva advém de uma competência;
A estratégia de vendas deve ser buscada com uso das dez competências:
PERCEPÇÃO AGUDA
ÉTICA
ORGANIZAÇÃO
MUTUALIDADE
CRIATIVIDADE
FLEXIBILIDADE
CONHECIMENTO
AGILIDADE
PRÓ AÇÃO
PERSISTÊNCIA

Usain Bolt: O mais rápido do mundo

Jamaicano Usain Bolt se tornou o homem mais rápido da história da humanidade depois de quebrar três recordes mundiais nas Olimpíadas de Pequim do ano passado. Para realizar, foi preciso ter foco. Mais importante ainda, foi necessário transformar decepções em vantagens, fraquezas em forças, e desenvolver a motivação requerida de um campeão mundial. Estes três atributos são lições que podemos aplicar aos que trabalham no mundo dos negócios. Aproveitar as forçasSe o treinador dele não tivesse reconhecido seu dom da velocidade, talvez Usain Bolt tivesse sido apenas um jogador mediano de cricket, esporte que praticava na adolescência. Quando seus treinadores o aconselharam a se concentrar na modalidade dos 400 metros, Bolt já tinha a autoconfiança necessária para perceber que seu maior talento estava nos 100 metros rasos. As Olimpíadas provaram que ele estava certo. Bolt estava tão à vontade com suas próprias habilidades que sabia quando aceitar ou quando ignorar feedbacks. No mundo dos negócios, muitas vezes há uma forte preocupação em realizar Análises de Insuficiência, forçando executivos a focarem na melhoria de seus pontos fracos. Isso é quase sempre um conselho errado. Se você é um ótimo escritor, mas um péssimo orador, concentre-se em escrever melhor ainda e contrate alguém para falar por você. Geralmente, as coisas que não fazemos bem são as que a gente não gosta de fazer. Uma receita para se ter sucesso é fazer cada vez menos as coisas que não gostamos, e concentrar cada vez mais nas coisas que fazemos bem. Eu me lembro de um vendedor que era incrivelmente competente em conseguir novos clientes, porém péssimo no follow-up e no atendimento. Seu chefe o despediu, o que foi um grande erro. Encontrar um talento especial é extremamente difícil e, por outro lado, é fácil designar alguém para cuidar dos detalhes imnportantes de uma pós-venda. Seu chefe deveria tê-lo mantido e contratado outro funcionário para gerenciar os clientes. Você precisa de confiança em si mesmo, e se você não for o CEO, você precisa de uma organização que lhe dê apoio. Transforme decepções em força. Depois de se profissionalizar, Bolt enfrentou uma série de lesões e contratempos que poderiam ter desanimado qualquer um. Porém, se não tivesse atravessado estas decepções, talvez nunca tivesse encontrado o foco, a disciplina e o fôlego necessários para se tornar um campeão. Uma pessoa bem sucedida não é a que enfrenta poucas decepções na vida. Todos nós encontramos obstáculos. Na verdade, pessoas bem sucedidas têm a habilidade de aprender, positivamente, com os atrasos e decepções, e utilizá-los como uma fonte de motivação. Steve Jobs, da Apple, costuma contar que se ele não tivesse desistido de sua faculdade, o Macintosh não teria sido um computador tão potente. Ele credita seu sucesso na Apple ao fato de ser sido despedido pela empresa 14 anos antes. Enfrentar a morte o ajudou a focar no que realmente queria da vida. Uma pessoa bem sucedida também não é aquela que não tem fraquezas. Somos todos humanos e somos todos fracos. O que distingue a pessoa bem sucedida é sua habilidade em descobrir maneiras de usar suas fraquezas como vantagens e achar forças próprias que talvez os outros não tenham reconhecido ainda. A motivação é a chave de tudoUsain Bolt passou por problemas no início de sua carreira porque era tão mais rápido que os outros que se negava a treinar, se alimentava da maneira errada e não tinha concentração. Isso bastava para vencer competições locais, mas, para se tornar um campeão mundial, era preciso mais. A chave era a motivação. A motivação é igualmente importante nos negócios e, muitas vezes, tão difícil de manter quanto nos esportes. Alguns executivos têm paixão por seu trabalho, ou se responsabilizam pelos funcionários de suas empresas. Outros querem manter o poder e status. Qual o incentivo para um executivo de uma empresa como a Microsoft, que já fez sua vida e ganhou seus milhões? Executivos que já têm tudo podem continuar a dar tudo de si ao encontrarem novos desafios e outros meios de motivação para almejarem melhorias sempre. Muitas estrelas do esporte e executivos compartilham de um intenso espírito competitivo de vencer, que geralmente não tem a ver com o acúmulo de riqueza. E o executivo que se enxerga no limite de sua carreira, sem perspectiva de evolução, ou que está trabalhando para uma empresa com estrutura gerencial estática? Em algumas situações, você terá de trabalhar sua motivação, como fez o Bolt. Até mesmo os trabalhos mais rotineiros podem se tornar interessantes ao se fazer deles um jogo. O jeito é desenhar uma série de desafios e em seguida estabelecer pequenos objetivos. É uma questão de identificar algo que você queira fazer um pouco melhor, um pouco diferente, e então trabalhar nisso incessantemente. Usain Bolt tem apenas 22 anos, mas ele já sabe como fazer. Ele já passou por isso. Você, em seu trabalho, pode fazer o mesmo.
Fonte: John Weeks é professor de Comportamento Organizacional no IMD. Ele leciona nos programas "Orchestrating Winning Performance" e "Advanced Strategic Management".

VENDAS COM ÉTICA


Voce pode ser o "Anjo ou o "Diabo".
Falar deste assunto é tarefa ingrata, o ato de fechar a venda é constantemente abordado por uma enormidade de autores, e tenho toda a certeza de que muitos discordarão de meus argumentos, mas sou um pouco desconfiado quando o assunto é Técnica de Fechamento.
Vivemos o momento das vendas por impulso, a famosa “empurroterapia”, isso mesmo! Esta técnica adotada e incentivada por tantas empresas, ganhou este apelido simpático ao longo do tempo, mas não é nada saudável para as empresas que a utilizam, normalmente gerando custos futuros devastadores, resultado de uma visão simplista e imediatista.
Não questiono em momento algum o resultado de tais técnicas, mas sempre me perguntei se existe ética em tais atitudes, vender alguma coisa, quase como se estivesse enganando o cliente, esperando um momento de distração para poder colher sua assinatura, não me parece a melhor maneira.
Em minha concepção, não existe nada melhor do que um cliente realmente satisfeito com sua compra; realizar vendas sólidas e bem feitas, é uma atitude reservada aos profissionais de vendas éticos e compromissados com futuro de sua empresa e de sua carteira de clientes.
Quantas vezes você já não ouviu alguém dizendo, “eu não queria comprar, mas terminei comprando!” Ou então, “Eu nem vi quando assinei, aquele vendedor é muito bom!”, bem, dizer que o vendedor é muito bom já é uma questão de ponto de vista, para mim, atitudes assim, se parecem com a de mágicos que tiram coelhos da cartola, não deixam de ser bons e terem seus méritos, mas são apenas ilusionistas, e todos sabemos que tudo não passa de um truque, e um belo dia a verdade é revelada!
Acredito que estamos vivendo em um momento diferente, onde precisamos defender a formação do VENDEDOR PROFISSIONAL, aquele que realmente se dedica à profissão e não esta apenas de passagem por ela, claro que sempre existirão os “transeuntes das vendas”, mas como em qualquer profissão, só os bons se estabelecem, sendo assim, precisamos enfatizar questões como ética e respeito pelo cliente.
Quantas não foram as vezes, que fui comprar alguma coisa e o vendedor depois de despejar informações sobre o produto, vinha com a perguntinha “sutil” de sempre, “o senhor vai pagar com dinheiro ou cartão?”, perguntas assim sempre chegam como uma flecha em minha direção, e eu só levo se realmente estiver decidido a comprar tal produto em tal loja, por questão de preço ou condição de pagamento; veja que para mim, não existiu um diferencial no atendimento, e aquele vendedor mal orientado ou pressionado pelo cumprimento de metas, não percebe que aquele cliente não se torna fiel à ele, e sim fiel a promoção, ou as condições de pagamento fornecidas pelo estabelecimento.
O fechamento da venda deve vir da habilidade do profissional de vendas em fazer surgir a necessidade por determinado produto, ou no caso de um cliente que já chega com uma escolha decidida, o vendedor deve saber sanar todas as suas dúvidas, para que em uma etapa seguinte, como a negociação, ele possa fornecer um possível desconto, e o fechamento torne-se iminente.
Estas técnicas de “empurroterapia” já se tornaram tão utilizadas no mercado, que é bem comum ver vendedores acreditando que só existe esta maneira de fechar uma venda, já cheguei a ver até corretores de imóveis tentando fechar uma venda assim, como se a compra de uma casa ou apartamento fosse algo que se pudesse vender de maneira “empurroterapêutica”.
Mas qual a diferença entre uma venda feita com um fechamento natural e a venda com o fechamento forçado! O profissional de vendas deve em primeiro lugar, aprender a sondar seu cliente, todo vendedor sabe bem lá no fundo quando o cliente compra por que quer comprar e quando a venda e arrancada de seu cliente.
Tenho plena certeza de que os fechamentos naturais, sempre renderão a fidelização do cliente e a minimização de custos futuros. Uma venda natural surge de uma sondagem bem feita, um perfeito escaneamento do cliente, é necessário também, que sanemos todas as dúvidas em relação ao produto, e descubra-se qual a verdadeira necessidade daquele cliente em questão, desta forma, poderemos oferecer o produto adequado e o fechamento virá de maneira natural, sem a necessidade de frases prontas e atitudes furtivas, que mais parecem armadilhas à espera de um desavisado.
Devemos ser éticos com nós mesmos, com nossa profissão e principalmente com a nossa carteira de clientes, uma venda bem feita é construída como um edifício, laje após laje, o esqueleto deve ser finalizado, para que somente depois comecemos a levantar as paredes, para que no fim possamos dar o acabamento, sem esquecer é claro que de tempos em tempos, devemos verificar se tudo esta bem com a estrutura, se existem rachaduras, infiltrações, curtos na fiação elétrica, enfim, construa sua carteira de clientes com solidez, com clientes reais, satisfeitos, embasados em decisões de compra verdadeiras, pois assim, sua jornada será menos árdua, e você terá seus clientes sempre se lembrando de você e trabalhando em seu favor, não esquecendo de sempre manter contato e realizar um perpétuo pós-venda, pois é a sua imagem profissional que está em questão.
Alguns podem até dizer que assim é mais difícil, que teremos que esperar o cliente certo, que realmente quer comprar, mas é realmente isso que penso, o cliente deve comprar por que quer comprar, a arte de se fechar vendas não é um jogo de ilusionismo.
Por isso sugiro que sempre venda com ética, esclareça todas as dúvidas, trabalhe um fechamento natural, e se por acaso sua atitude não for aceita na empresa em que você está, sinto em lhe dizer amigo vendedor, mas você é o profissional certo na empresa errada.

Vendedor Revolucionário...CUIDADO !

O termo "revolucionário" nos ajuda a vender?
.. revolução traz instabilidade
.. revolução implica em caos temporário
.. revolucionário traz alterações radicais ao ambiente
.. revolucionário significa grandioso (complexo e caro?)

E, fazendo assim, estaríamos ajudando o cliente a se decidir ou, afastando-o de nós?

TELEVENDAS - Especial para Rogério da Silva Lima

Cadê aquele relatório do televendas ?
Pois é “chefe”, qual é o relatório mesmo ?

Visualize o cenário: A sua empresa já está praticamente pronta para começar a atuar com o "televendas" (profissional, é óbvio...); Os sócios já aprovaram o projeto, já existem mailings para a operação, a companhia telefônica já deu o "ok" para a operação, o pessoal já está recrutado, selecionado e treinado, os equipamentos de telefonia estão adequados, o software já está customizado para a inserção de dados, os micros são compatíveis com o nível de exigência operacional, o script está ótimo, os móveis estão impecáveis (ergonomicamente), a iluminação está perfeita, há um nível de ruído aceitável na sala, ar condicionado, os materiais de apoio estão todos disponíveis e os demais funcionários da empresa podem (e já sabem) divulgar os serviços da central...e os processos da empresa estão todos "voltados" para o televendas...
O que estamos esperando ? É só começar ! Liga !
Parece que está tudo certo, mas está faltando alguma coisa...
Pego, neste momento, uma carona num slogan de um anúncio de pneus: Potência não é nada sem controle !
Antes de começarmos a operação é necessário o planejamento dos OBJETIVOS gerais e específicos da operação, e que o SISTEMA a ser utillizado e a ESTRUTURA DE DADOS já (ou a ser ainda) customizada, proporcione RELATÓRIOS úteis e aplicáveis. Pessoas, competências e cargos diferentes nas empresas exigem relatórios diferentes, daí a importância de se estabelecer o relatório certo para pessoa certa. Tem gente na empresa que precisa de apenas um relatório para tomar alguma decisão e tem outras que precisam de vários relatórios para inicial algum plano de ação.
Relatórios como "Faturamento x Região" ou "Faturamento x Cliente" ou "Faturamento x Produto" servirá para gerências comercial, de produtos e marketing, por exemplo; Relatório como "Período x Faturamento x Produtos x Marcas" servirá para gerência de compras, por exemplo; Relatório como "Horário das Vendas x Tempo Médio das Ligações", servirá para o supervisor do televendas; Relatórios como "Reclamações x Motivos x Área da Empresa", "Clientes que não querem mais ligações", para a gerência de marketing/relacionamento com clientes, por exemplo.
"Não é necessário que existam muitos relatórios, é necessário que existam relatórios apropriados para as pessoas certas tomarem as melhores decisões".
Estamos começando a falar de Sistemas de Informação em "televendas".
É indispensável o controle preciso das operações do televendas, uma vez que as ligações podem acontecer centenas de vezes, em um só dia.
As ligações acontecem e com elas todo e qualquer tipo de manifestação do cliente, seja ela para pedidos, devoluções, reclamação, sugestão, informação, elogio ou pesquisa. Se o cliente reclamou, por exemplo, reclamou de quê, por que reclamou, o que aconteceu ? Quem mais reclamou nas mesmas circunstâncias ? Quantas pessoas reclamaram no total ?
Até aí, nenhum mistério ...
Se há algum tipo de reclamação, é porque o seu consumidor não está plenamente satisfeito ou totalmente insatisfeito com o produto ou o serviço que você oferece. É preciso fazer alguma coisa, e rápido.
O mais importante é que, com os dados e as informações obtidas numa operação de televendas você poderá medir imediatamente a incidência de qualquer tipo de ocorrência ou manifestação e, a partir daí fazer o que deve ser feito: tomar decisões.
Lembre-se sempre que o televendas é uma poderosa ferramenta, uma atividade "meio" que está inserida na sua estratégia corporativa de atuação no mercado, e não uma atividade "fim".
O motivo principal de estarmos implantando numa operação de televendas um Sistema de Informação, é a necessidade constante de evolução e melhoria dos serviços prestados como um todo, com análises internas (operacionais) e externas (mercado). Lembre-se, o planejamento é fundamental.

Programação Neurolinguística em Vendas

Técnicas avançadas de venda, aplicando o estudo da neurolingüística na prática das vendas diretas. Como vender mais e melhor a partir da percepção dos canais sensoriais do cliente. Como sabemos, todo atendimento em vendas diretas deve ser customizado. Para otimizar ainda mais os resultados, devemos criar uma sintonia durante este atendimento, levando em conta o canal sensorial mais utilizado pelo cliente. Para criar empatia e facilitar o contato devemos pautar toda argumentação e movimentos de venda com este canal. Desta forma, estaremos utilizando o canal de maior representação e mais fácil captação para o cérebro do cliente. São três os canais sensoriais, que captam estímulos externos e os registram no Cérebro. Os três canais são: o visual, o auditivo e o cinestésico.

1) O CLIENTE VISUAL
Sinais: O cliente que capta pelo canal visual normalmente movimenta os olhos para cima, para a esquerda e para a direita.
O cliente visual percebe o mundo criando imagens na mente, portanto a apresentação deve ser feita, se possível, mostrando o produto ou no mínimo com grande material visual como fotos etc. Deve-se destacar e dar ênfase às imagens. Enquanto falamos sobre o produto podemos mostrar imagens, esquemas, miniaturas etc.
Durante a argumentação utilize palavras que estimulem a criação de imagens na mente do cliente. Cuidado, normalmente o cliente visual não gosta de ser tocado por estranhos.
Exemplos de estimulo para criação de imagens:
“Visualize uma situação em que o senhor poderia necessitar de nossos serviços.” ou
“Veja os detalhes, as cores deste produto...”

2) O CLIENTE AUDITIVO
Sinais: O cliente que capta pelo canal auditivo normalmente movimenta os olhos para os lados esquerdo e direito horizontalmente e na direção dos ouvidos.
Ainda pode apresentar o movimento à esquerda, para baixo, quando esta em diálogo interno.
O cliente auditivo percebe o mundo principalmente através dos sons e palavras. Como este tipo de cliente gosta muito de conversar podemos direcionar a negociação através de apresentações principalmente verbais. Apresentando benefícios, serviços agregados e até características. Podemos ainda dar exemplos e contar histórias. Tendo cuidado de sempre manter o dialogo nas diretrizes e objetivos propostos, evitando ao máximo a dispersão de assunto.
Exemplos de argumentos para estimulo do cliente auditivo:
“Procure escutar o som deste televisor” ou “O senhor pode falar o que quiser, depois de andar neste carro. Escute este motor, parece uma orquestra”

3) O CLIENTE CINESTÉSICO
Sinais: O cliente que capta pelo canal cinestésico normalmente movimenta os olhos para a direita e para baixo. Ao contrário dos clientes visuais, o cinestésico gosta de ser tocado e principalmente tocar, sentir e cheirar o produto. Para facilitar a empatia e os resultados podemos estimular o “test-drive” e o ato do cliente tocar experimentar de alguma forma o produto. Quando trabalhamos somente com fotos e lâminas devemos colocar estes na mão do cliente, estimulando de alguma forma o contato físico com o produto ou serviço.
Exemplos de estímulos na argumentação com clientes cinestésicos:
”O cheiro de novo deste sofá é ótimo” ou “Experimente esta camisa, você vai sentir a leveza do tecido”.

PNL EM VENDAS

O movimento dos olhos pode revelar se o cliente está falando a verdade ou mentindo.
Pela movimentação dos olhos, podemos perceber se cliente está fazendo uma objeção falsa ou verdadeira. Todo movimento à esquerda significa que a pessoa já tem a informação armazenada no cérebro. Já os movimentos à direita significam a falta de registro, ou seja, a pessoa não passou pela experiência, portanto, está criando uma imagem em sua mente, antes de falar.
Exemplo:
- Um cliente que argumenta sobre o preço afirmando estar caro, olhando para direita, pode significar que está blefando. Pois ao olhar para direita o cliente demonstra que não existe registro sobre o fato narrado.
Já quando nos deparamos com o cliente olhando para esquerda, ao argumentar, podemos perceber que existe registro sobre aquele fato no cérebro.